
22 de mar. de 2012
10 de jan. de 2012
UM CABO-VERDE MAIS JUSTO

1. O Deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.
2. O Deputado vai contribuir para a Previdência Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados (Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Previdência Social imediatamente. O Deputado irá participar nos benefícios do regime da Previdência Social exactamente como todos os outros cidadãos. Não haverá privilégios exclusivos.
3. O Deputado deve descontar para a sua reforma, como todos os cabo-verdianos e da mesma maneira.
4. O Deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.
5. O Deputado vai participar no mesmo sistema de assistência na saúde, no país, como todos os outros cidadãos cabo-verdianos.
6. O Deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos cabo-verdianos.
7. Servir no Parlamento cabo-verdiano é uma honra e não uma carreira. Os Deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.
8. O Deputado não deve ser eleito apenas para usufruir mordomias enquanto tal.
11 de dez. de 2011
Resposta a um amigo: Sobre Adriano Moreira

8 de abr. de 2011
ALTO NIVEL DE SOLIDARIEDADE
17 de mar. de 2011
MENSAGEM DE ADRIANO LIMA AOS AMIGOS
Meus caros. Vi esse programa Rumos e vi também Nha Terra Nha Cretcheu. Gravei esses programas. Não apareceu o Tchalé Figueira no Rumos. A menos que esse programa tenha começado antes das 21H45, hora prevista. Depois, logo a seguir, vi o Nha Terra Nha Cretcheu. Este consistiu numa longa reportagem sobre o Carnaval.... da Praia. Reportagem sobre os preparativos, a confecção das roupas e depois sobre o desfile. Sem querer ser bairrista, tudo muito pobrezinho, uma fraca imitação do Carnaval do Mindelo. Ficou claro que o Estado teve mão generosa no apoio financeiro. E não é preciso explicitar que foi mais um programa televisivo dessa série (Nha terra Nha Cretcheu), da Televisão do Estado, sustentado por todos os cabo-verdianos, de Santiago, e de todas as restantes 9 ilhas, de Santo Antão a Brava, e que, por isso, devia estar ao serviço de todas elas. Nenhuma palavra houve sobre o Carnaval de S. Vicente, Sal, S. Nicolau ou outras ilhas. Apenas existe uma realidade - a República de Santiago. Deixou de haver a pátria cabo-verdiana, ao que parece. E o povo da nossa ilha continua indiferente, inactivo, apático, abúlico, de uma forma perfeitamente patética. Nas tintas.Chegados a este ponto, parece que só a regionalização permitirá calar a nossa indignação. Aquele abraço
Adriano
Arco da Velha esclarece: A entrevista com Tchalê Figueira saiu no Rumos, só que o programa começou antes da hora prevista.
8 de mar. de 2011
DIA DAS MULHERES

MULHERES DESTE MUNDO!... TODA A MINHA SOLIDARIEDADE E AMOR!!!!!!!
