15 de mar de 2011

POEMA: CASA DE ESPUMA

Casa de espuma, tecto de nuvens,
Em harmonia, seu formoso círculo,
Lar deslumbrante, luminoso de estrelas …

Minhas pálpebras abrindo, sua luz doce, que abriga o dia,
Sua nocturna cortina, que alberga a noite;

O som das
Palavras; teu sedutor silencio,
Montanha sólida; teu zénite solar meus lábios
Que rezam; olhos gizando, curvas de pássaros;
Teus mamilos de mãe, néctar fluindo,
Fonte serena, é o te jardim, de mariposas;

A relva em silêncio cresce na estrada, a caminhada
Prossegue; peregrinos do amor,
A cada passo, inventamos a esperança;
Memórias e paixões, antes, navegados,
Muitos por navegar; oceano imenso,
Peito iluminado, alteia a fé;

O tempo é memória, vivo o momento,
Cada segundo que passa, já não existe,
A poesia passa, é um relâmpago;
Beijo que abraça a vida, é o amor,
Aurora única que constrói o mundo.

Nenhum comentário: