É claro que me lembro de Nênê de Vitória!... Lembras, quando íamos a Rua de Canêcadinha… ele sentado na porta da sua casa num tamborete… a cerveja gelada que ele suavemente esfregava na cabeça e nas têmporas durante minutos e logo bebia de um trago, pedindo de seguida aos filhos na loja mais uma fresca…
O ritual durava horas e, entre cervejas na testa e na goela, lamentava não ter casado com Babiana, na Venezuela, nos seus dias de marinhagem pelo mundo…
Lembras?! Ficávamos ali sentados escutando as suas aventuras e, quando passava um carro de luxo, ou um peralta todo gabarola, aí ele gritava: Oh Deus!... Hoje em dia, bandido, também é cidadão!!!
O ritual durava horas e, entre cervejas na testa e na goela, lamentava não ter casado com Babiana, na Venezuela, nos seus dias de marinhagem pelo mundo…
Lembras?! Ficávamos ali sentados escutando as suas aventuras e, quando passava um carro de luxo, ou um peralta todo gabarola, aí ele gritava: Oh Deus!... Hoje em dia, bandido, também é cidadão!!!
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