30 de abr de 2010

Dos meus filmes preferidos



Fahrenheit 451, dirigido por François Truffaut (1966), um dos expoentes da Nouvelle Vague francesa.
Atores: Oskar Werner (Montag), Julie Christie (Linda e Clarisse), Cyril Cusack, Anton Diffring, Jeremy Spencer, Bee Duffell, Gillian Lewis, Caroline Hunt, Anna Palk, Roma MilneIdioma: Inglês (o único filme de Truffaut totalmente falado em inglês)Países de produção: Inglaterra, França,Duração: 111 min.Colorido (o primeiro filme colorido de Truffaut)Roteiro: François Truffaut, Jean-Louis Richard, David Rudkin, Helen ScottProdução: Lewis M. AllenFotografia: Nicolas RoegTrilha Sonora: Bernard HerrmannEdição: Thom NobleDesenho de Produção: Syd Cain, Harry HornerDesenho de Produção / Figurino: Tony WaltonDireção de Arte: Sidney CainEfeitos Especiais: Bowie Films, Charles Staffell
O filme é baseado no romance Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, publicado em 1953.
Montag (Oskar Werner) é um bombeiro cuja função é queimar livros, proibidos na sociedade do futuro.
Sua esposa, Linda, é fútil e superficial, e presta mais atenção na televisão “interativa” do que no marido.
Influenciado por sua vizinha Clarisse (o oposto de Linda, mas representada pela mesma atriz, Julie Christie), ele começa a guardar e ler alguns livros.
Uma cena marcante do filme: uma mulher recusa-se a sair de sua casa e é queimada junto com seus livros, sendo que ela mesma acende um fósforo e inicia a fogueira.
Ao se apaixonar pela leitura, Montag decide sair da corporação, mas seu último serviço é em sua própria casa, chamado de sua esposa Linda. Durante o serviço, ele queima seu chefe, Capitão Beatty, e foge.
Refugia-se no local onde outras pessoas que leem se refugiam, representando personanges e decorando os livros, antes de queimá-los. O livro que ele começa a memorizar: Contos de mistério e imaginação, de Edgar Alan Poe...

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