
O prémio Nobel da Paz é uma treta.... Obama fez um discurso ambíguo, falando de Martin Luter Kyng e Ghandi… Dizendo que a guerra, é as vezes necessária?...
Senhor Obama!... A venda de armas é lucrativo, ajuda os poderosos a devastar os pequenos, para controlarem os seus recursos naturais...
Fiquei sinceramente decepcionado com o senhor Obama, que quis dar uma lição ao Mundo, sobre a condição humana?...
Aquilo que falta neste Planeta é justiça mais igualdade entre os Homens.
Somos dominado por uma minoria.... A riqueza Mundial, está na mão de 2% de pessoas sem moral!!!
Sou Utópico?
sempre serei! " Não me vendo nem me rendo!!!!!
3 comentários:
Caro Tchalé...
Confesso que estou um pouco estupefacto com as leituras que se fazem - um pouco por todo o Mundo - da Oração do Nobel Baraçk Obama, em particular sobre a "guerra justa" ou da da Justiça da guerra em dadas circunstâncias.
A injsutiça social, e a justiça da guerra necessária são coisa diferentes. A guerra tem uma dimensão moral, regulada pelo direito, inclusive!
Convido-te à uma reflexão profunda sobre o que Obama disse - e o interessante é que faz uma auto-crítica da América... e condiciona a acção bélica note americana. Mas parece que ninguém se apercebeu disso. E é pena, Tchalé, creia-me que é pena...
Utopia... é só uma questão de situação, nada mais. As utopias têm movido o mundo, não é?
Abraço fraterno
PS: Talvez, logo ou amanhã escreva algo sobre isto
Caro Virgilho: Obrigado pelo teu sincero Post.
Como pacifista recuso qualquer tipo de violencia para resolver a situação deste Mundo. Há a parte em que ele falou sobre os EUA que também concordo, mas não posso acreditar que deve haver guerras para resolver justiça neste Mundo. Justiça não é só uma mera retórica mas é um acto de não obidiencia dos oprimidos aos opresores. Mas será que todos estão preparados?
Continuo na Utopia! Um abraço fraternal. Tchalê
Tchalé,
a guerra das independências não foram, elas mesmas, guerras justas, resistência contra o opressor? A entrada dos Estados Unidos da América na II Guerra Mundial, não foi um acto de justiça? A natureza não nos dá o instinto de sobrevivência, que é, em si mesma resistência e belicismo? (Meros exemplos, estes.)
Por vezes, caro Tchalé, o mais pacifista dos estadistas - assim como o cidadão mais probo e amante do próximo - tem de recorrer à guerra para defender o seu povo, a sua nação, a sua vida, a sua família. É claro que a não violência, v.g. de Ghandi, é o melhor caminho - mas em contextos em que é possível.
A utopia é uma possibilidade, mas não milita contra a natureza - é a sua limitação imanente. Sabes, um dia que tiveres alguém a violentar-te, a violentar os teus... verás que a violência (sentido latíssimo de "guerra") será não uma injustiça mas o acto necessário de Justiça: defender a tua vida, a vidas dos que amas.
Por isso é a Justiça da guerra justa é um acto de resiliência contra o mal e os opressores, seja eles quem forem, tomem a forma que tomarem.
Agrada-me saber que és um pacifista. No entanto - neste plano particular da guerra e dos conflitos armados -, são as circunstâncias que determinam as nossas acções, não as nossas convicções. E tantos, mas tantos exemplos temos disso...
Nota que falo no puro plano dos príncípios, sem com isso estar a caucionar a Guerra do Afeganistão ou qualquer outra - pois também sou contra a guerra instrumental.
Continua a alimentar as boas utopias, pois somos o monstro que alimentamos; e se alimentams o bom, o mundo poderá ser melhor.
Abraço fraterno
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